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7月29日 Nota: Clique nos gatos pois têm animação...
Impossível que quem tenha ou tenha tido um gato em casa não se indentifique com estes traços da personalidade felina. Já conhecia estas excelentes animações do Simon's Cat mas não sabia como partilhá-las. Ao visitar o "Desculpem qualquer coisinha" (vejam na minha lista de blogs preferidos) ali encontrei a animação e... trouxe-a para o Sítio da Cuca. Desculpa lá qualquer coisinha...tá?
"Of all God's creatures, there is only one that cannot be made slave of the leash. That one is the cat. If man could be crossed with the cat it would improve the man, but it would deteriorate the cat." - Mark Twain
You see, wire telegraph is a kind of a very, very long cat. You pull his tail in New York and his head is meowing in Los Angeles. Do you understand this? And radio operates exactly the same way: you send signals here, they receive them there. The only difference is that there is no cat. - Albert Einstein, when asked to describe radio.
"You can keep a dog; but it is the cat who keeps people, because cats find humans useful domestic animals."- George Mikes 
7月23日 Neste vídeo Mercedes Sosa canta uma das canções mais belas que conheço. Canción de las simples cosas (César Isella - Gustavo Leguizamón) Uno se despide insensiblemente de pequeñas cosas, lo mismo que un árbol en tiempos de otoño muere por sus hojas. Al fin la tristeza es la muerte lenta de las simples cosas, esas cosas simples que quedan doliendo en el corazón. Uno vuelve siempre a los viejos sitios en que amó la vida, y entonces comprende como están de ausentes las cosas queridas. Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso, que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo. Demórate aquí, en la luz mayor de este mediodía, donde encontrarás con el pan al sol la mesa servida. Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso, que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo. Demórate aquí... por eso muchacho... No Festival de Viña del Mar. Todo cambia Cambia lo superficial cambia también lo profundo cambia el modo de pensar cambia todo en este mundo Cambia el clima con los años cambia el pastor su rebaño y así como todo cambia que yo cambie no es extraño Cambia el mas fino brillante de mano en mano su brillo cambia el nido el pajarillo cambia el sentir un amante Cambia el rumbo el caminante aunque esto le cause daño y así como todo cambia que yo cambie no extraño Cambia todo cambia Cambia todo cambia Cambia todo cambia Cambia todo cambia Cambia el sol en su carrera cuando la noche subsiste cambia la planta y se viste de verde en la primavera Cambia el pelaje la fiera Cambia el cabello el anciano y así como todo cambia que yo cambie no es extraño Pero no cambia mi amor por mas lejos que me encuentre ni el recuerdo ni el dolor de mi pueblo y de mi gente Lo que cambió ayer tendrá que cambiar mañana así como cambio yo en esta tierra lejana Cambia todo cambia Cambia todo cambia Cambia todo cambia Cambia todo cambia Pero no cambia mi amor
7月22日 Dedico este post ao meu amigo Costin com quem partilho ideias e cultura dos nossos países. George Enescu um dos meus compositores favoritos. Uma poesia de Lucian Blaga que Costin me enviou traduzida do romeno Silêncio
Há tanto silêncio em volta que me parece ouvir nas janelas o golpe dos raios da Lua. No meu peito despertou-se-me uma voz estranha e uma canção dentro de mim canta uma saudade que não é minha. Diz-se que antepassados, mortos antes do tempo, com sangue ainda jovem nas veias, com grandes paixões no sangue, com Sol vivo nas suas paix es, vêm, vêm continuar a viver em nós a sua vida não vivida. Há tanto silêncio em volta que me parece ouvir nas janelas o golpe dos raios da Lua. Oh, quem sabe, alma minha, em que peito tocarás tu também, depois de séculos, em cordas macias de silêncio, em harpas de obscuridade - a saudade afogada e o gozo de viver quebrado? Quem sabe? Quem sabe? (tradução de Micaela Ghitescu, editia "Mirabila samanta", ed. Minerva, Bucuresti, 1981)
7月21日 Ennio Marchetto e o seu teatro. Simplesmente extraordinário! Os tempos eram outros. Tempos em que as palavras cantadas ou ditas tinham um força enorme. Sentada no chão ouvia repetidamente os sons dos LP's e identificava paixões, ideais, amigos e "encaixava-os" nos versos ou nas melodias. Razão porque os anos não as apagaram e a memória passa em replay momentos vividos e convividos faz muito. Não vivo de saudade mas de sentimentos. Os que foram fortes permanecem intensos. As pessoas transformaram-se. Eu sei. Eu sinto. A vida trouxe-lhes outras opções e interesses. Então eu, como diria Guimarães Rosa muito melhor, mantenho-as no tempo como que "encantadas" e não falo com elas para que não percam a magia. Assim ficarão junto de mim, para sempre. Alegria, Alegria Caetano Veloso Composição: Caetano Veloso Caminhando contra o vento Sem lenço e sem documento No sol de quase dezembro Eu vou... O sol se reparte em crimes Espaçonaves, guerrilhas Em cardinales bonitas Eu vou... Em caras de presidentes Em grandes beijos de amor Em dentes, pernas, bandeiras Bomba e Brigitte Bardot... O sol nas bancas de revista Me enche de alegria e preguiça Quem lê tanta notícia Eu vou... Por entre fotos e nomes Os olhos cheios de cores O peito cheio de amores vãos Eu vou Por que não, por que não... Ela pensa em casamento E eu nunca mais fui à escola Sem lenço e sem documento, Eu vou... Eu tomo uma coca-cola Ela pensa em casamento E uma canção me consola Eu vou... Por entre fotos e nomes Sem livros e sem fuzil Sem fome, sem telefone No coração do Brasil... Ela nem sabe até pensei Em cantar na televisão O sol é tão bonito Eu vou... Sem lenço, sem documento Nada no bolso ou nas mãos Eu quero seguir vivendo, amor Eu vou... Por que não, por que não... Por que não, por que não... Por que não, por que não... Por que não, por que não... 7月18日 A Angela é romena e trabalha no bar do C5 da FCUL. Ofereceu-nos um almoço confecionado por ela. Uma delícia! O prato, que faz parte da cozinha tradicional romena, chama-se Sarmale. (Cliquem no nome para lerem a receita) As fotos ficam aqui como lembrança de um convívio muito agradável. Para acompanhar... um pouco de música tradional romena. Taraf de Haidouks 7月16日 A belissima voz de Barbara. Ma plus belle histoire d'amour Du plus loin, que me revienne, L'ombre de mes amours anciennes, Du plus loin, du premier rendez-vous, Du temps des premières peines, Lors, j'avais quinze ans, à peine, Cœur tout blanc, et griffes aux genoux, Que ce furent, j'étais précoce, De tendres amours de gosse, Ou les morsures d'un amour fou, Du plus loin qu'il m'en souvienne, Si depuis, j'ai dit "je t'aime", Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous, C'est vrai, je ne fus pas sage, Et j'ai tourné bien des pages, Sans les lire, blanches, et puis rien dessus, C'est vrai, je ne fus pas sage, Et mes guerriers de passage, A peine vus, déjà disparus, Mais à travers leur visage, C'était déjà votre image, C'était vous déjà et le cœur nu, Je refaisais mes bagages, Et poursuivais mon mirage, Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous, Sur la longue route, Qui menait vers vous, Sur la longue route, J'allais le cœur fou, Le vent de décembre, Me gelait au cou, Qu'importait décembre, Si c'était pour vous, Elle fut longue la route, Mais je l'ai faite, la route, Celle-là, qui menait jusqu'à vous, Et je ne suis pas parjure, Si ce soir, je vous jure, Que, pour vous, je l'eus faite à genoux, Il en eut fallu bien d'autres, Que quelques mauvais apôtres, Que l'hiver ou la neige à mon cou, Pour que je perde patience, Et j'ai calmé ma violence, Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous, Les temps d'hiver et d'automne, De nuit, de jour, et personne, Vous n'étiez jamais au rendez-vous, Et de vous, perdant courage, Soudain, me prenait la rage, Mon Dieu, que j'avais besoin de vous, Que le Diable vous emporte, D'autres m'ont ouvert leur porte, Heureuse, je m'en allais loin de vous, Oui, je vous fus infidèle, Mais vous revenais quand même, Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous, J'ai pleuré mes larmes, Mais qu'il me fut doux, Oh, qu'il me fut doux, Ce premier sourire de vous, Et pour une larme, Qui venait de vous, J'ai pleuré d'amour, Vous souvenez-vous ? Ce fut, un soir, en septembre, Vous étiez venus m'attendre, Ici même, vous en souvenez-vous ? A vous regarder sourire, A vous aimer, sans rien dire, C'est là que j'ai compris, tout à coup, J'avais fini mon voyage, Et j'ai posé mes bagages, Vous étiez venus au rendez-vous, Qu'importe ce qu'on peut en dire, Je tenais à vous le dire, Ce soir je vous remercie de vous, Qu'importe ce qu'on peut en dire, Je suis venue pour vous dire, Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous... 7月15日 Tim and Mariza in " The Muppets Fado" 7月14日 Dedico este post ao Sr. José de quem me tornei amiga quando no Jardim Cesário Verde passeava o meu cão ZéZé e que me ensinou uma filosofia de vida que exclui a piedade, pela pobreza evidente, e me ensinou a alegria de viver cada dia de um modo diferente. A ele agradeço os conhecimentos históricos sobre a muralha fernandina (correctissimos), sobre como reconhecer as pessoas pelo andar. Pelos livros que me oferece trazidos dos caixotes de lixo visitados por ele durante a noite. De acordo com o Sr. José somos as únicas pessoas "nas redondezas" que gostamos de ler. Orgulho-me do exagero pois é uma prenda de quem nada tem para oferecer a não ser a gentileza. Então lembrei-me do Arlo Guthrie e da Hobo's Lullaby  Sr. José (Fotos de Margarida Pino) Hobo's Lullaby por Arlo Guthrie Go to sleep you weary hobo Let the towns drift slowly by Can't you hear the steel rail humming That's a hobo's lullaby Do not think about tomorrow Let tomorrow come and go Tonight you're in a nice warm boxcar Safe from all the wind and snow I know the police cause you trouble They cause trouble everywhere But when you die and go to heaven You won't find no policemen there I know your clothes are torn and ragged And your hair is turning gray Lift your head and smile at trouble You'll find happiness some day So go to sleep you weary hobo Let the towns drift slowly by Don't you feel the steel rail humming That's a hobo's lullaby Hoje é dia 14 de Julho, dia da festa nacional de França. Não quero deixar de assinalar uma data que tanto contribuiu para a transformação da humanidade . Aqui fica um pouco de História e o hino nacional de França : La Marseillaise, cantado pelo coro da Marinha Francesa.  Cuca em 1964 Nesta altura já preferia a tranquilidade da casa às múltiplas festas que os amigos organizavam e me convidavam. Imaginava sim, que um dia iria dançar com alguém que me fizesse sonhar. Namorados? claro que os tive. Infelizmente nenhum tinha dotes de dançarino... A dança para mim sempre teve um sentido libertador. O Cliff Richard e os Shadows ( que o meu irmão tocava à exaustão... ) faziam parte do meu universo de sonhos romântico-musicais. O conjunto tinha um ar bem comportado e o Cliff Richard era fisicamente a antítese dos meus amigos que quase todos praticavam desporto. Era tão bom sonhar ... Mas já acreditava que iria ajudar a mudar o mundo. Aquilo que alguns consideravam sonho, ou utopia, é ainda a minha luta, isto é, a minha realidade. 7月11日 Foto de Frabricio Carpinejar (nascido em 1972) A minha eterna procura de novos poetas brasileiros levou-me até ao blog de Fabricio Carpinejar. Gostei muito. Depois encontrei editado pela Quási um livro de poemas seus. Escolhi este que espero gostem. Poema do livro Terceira Sede
Décima elegia
Só na velhice o vento não ressuscita. A água dos olhos entra na surdez da neve e escuta a oração do estômago, dos rins, do pulmão. O sono desce com a marcha dos ratos no assoalho. Tudo foi julgado e devemos durar nas escolhas. Só na velhice os grilos denunciam o meio-dia. O exílio é na carne. Esmorece o esforço de conciliar a verdade com a realidade. A neblina nos enterra vivos. Só na velhice o pó atravessa a parede da brasa, o riso atravessa o osso. Deciframos a descendência do vinho. Os segredos não são contados porque ninguém quer ouvi-los. O lume raso do aposento é apanhado pela ave a pousar o bule das penas na estante do mar. Só na velhice acomodo a bagagem nos bolsos do casaco. O suspiro é mais audível que o clamor. Recusamos o excesso, basta uma escova e uma toalha. Só na velhice os músculos são armas engatilhadas. O nome passa a me carregar. É penoso subir os andares da voz, nos abrigamos no térreo de um assobio. Pedimos desculpa às cadeiras e licença ao pão. O ódio esquece sua vingança. Amamos o que não temos. Só na velhice digo bom-dia e recebo a resposta de noite. Convém dispor da cautela e se despedir aos poucos. Só na velhice quantos sofrem à toa para narrar em detalhes seu sofrimento. O pesadelo impõe dois turnos de trabalho. Investigo-me a ponto de ser meu inimigo. Sustentamos o atrito com o céu, plagiando com as pálpebras o vôo anzolado, céreo, das borboletas. Só na velhice há o receio em folhear edições raras e rasgar uma página gasta do manuseio. Embalo a espuma como um neto. Confundimos a ordem do sinal da cruz. O luto não é trégua e descanso, mas a pior luta. Só na velhice a forma está na força do sopro. Respeito Lázaro, que a custo de um milagre faleceu duas vezes. O medo é de dormir na luz. Lamento ter sido indiscreto com minha dor e discreto com minha alegria. Só na velhice a mesa fica repleta de ausências. Chego ao fim, uma corda que aprende seu limite após arrebentar-se em música. Creio na cerração das manhãs. Conforto-me em ser apenas homem. Envelheci, tenho muita infância pela frente. Festival Internacional de Artes de Rua - FIAR O Festival Internacional de Artes de Rua – FIAR – representa a mais ambiciosa mostra de artes a decorrer no concelho de Palmela lançando-se, todos os anos, na aventura de apresentar acontecimentos inéditos e espectáculos de reconhecida qualidade estética e artística.  É, nesta simbiose entre conteúdos e géneros artísticos, que o Festival se estende durante três dias ao maior número de locais do Centro Histórico da Vila de Palmela. Da filosofia do FIAR destacam-se dois conceitos – Matrizes e Itinerários – que, ano após ano, vão sendo reforçados. Em torno do primeiro, procura-se juntar espectáculos e iniciativas que melhor definam a singularidade do festival – registos da memória, linhas de pesquisa no teatro e na performance contemporâneos, tradições renovadas, criações locais. Com os Itinerários reinventa-se, através das palavras, dos corpos e dos gestos de actores, bailarinos, músicos e cantores, o espaço envolvente que acolhe o festival. Com muitos fios se tece este festival… Data: Último fim-de-semana de Julho Local: Centro Histórico da Vila de Palmela Organização: Câmara Municipal de Palmela, Teatro O Bando e FIAR – Associação Cultural Nota : informação retirada de Município de Palmela (online) Do meu filho Nuno, envolvido no projecto, recebi hoje este email: "Mãe, uma foto de ensaio... Um beijo" Companhia das Bailarinas ( Foto Nuno Pino Custódio) Há uns meses ( ou anos, atrás ) pensei criar aqui este Gabinete. Hoje deparei-me com o AirPiano cujo vídeo aqui vos deixo. Não sei porquê um certo espanto tecnológico deu lugar a uma fúria. Aqui fica para que se espantem ou enfurençam. À vous de choisir :)) Fica também a explicação do seu funcionamento tal com está no site que reproduz o "objecto musical": Pianadas no ar 09.07.2008 » 19h15 Senhoras e senhores: Air Guitar é um conceito do passado! A segunda geração de instrumentos musicais aéreos é o Air Piano, um piano electrónico sem teclas que o vai fazer parecer o David Copperfield do “musicóle”! Sensores infravermelhos detectam a posição das suas mãos e fazem a música soar. Estes sons são previamente gravados em formato MIDI e são reproduzidos sempre que a sua mão se posiciona no ponto exacto. Em modo piano, se elevar ou descer a sua mão faz tocar uma nota uma oitava acima ou abaixo. As notas são confirmadas através de luzes LED. Omer Yosha pensou e construiu este protótipo de fazer cair o queixo dos apaixonados por música. Veja o vídeo do Air Piano a ser tocado divinalmente pelo criador e atreva-se a soltar o DJ que há em si! (in T3 de Topo) 7月4日 Para não dizer que não falei das flores Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais braços dados ou não Nas escolas nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam antigas lições De morrer pela pátria e viver sem razão Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais braços dados ou não Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber, Quem sabe faz a hora, não espera acontecer. 7月3日 Carreguem aqui. Estes tipos que sabem usar o Photo Shop na perfeição e falsificam o real são criadores de "aparências". Deviam ser postos de castigo num screen saver ou num wallpaper. Apontem nas vossas agendas, nos postits, escrevam na mão, etc e apareçam. 
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