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6月24日 Uma canção para domingo como se... an angel passed to my roomAssisti, na Gulbenkian, a Anne Sophie Von Otter cantar os Abba
Long awaited darkness falls Casting shadows on the walls In the twilight hour I am alone Sitting near the fireplace, dying embers warm my face In this peaceful solitude All the outside world subdued Everything comes back to me again In the gloom Like an angel passing through my room Half awake and half in dreams Seeing long forgotten scenes So the present runs into the past Now and then become entwined, playing games within my mind Like the embers as they die Love was one prolonged goodbye And it all comes back to me tonight In the gloom Like an angel passing through my room I close my eyes And my twilight images go by All too soon Like an angel passing through my room 6月21日 Nostalgias (4)Se tenho algum sentido critico na sua construção esteve, sem dúvida, Norman McLaren. O seu cinema de animação que eu via e revia nas sessões dos cineclubes ( estive inscrita em três... ) proporcionava-me o contacto com uma arte que até aí desconhecia ou que só conhecia, e não gostava, através dos filmes de Walt Disney. O meu "ódio" aos filmes dos estúdios Disney deve ter nascido quando vi "Bambi" Jazz no meio da noiteA bonita voz de Caitlin Smith a cantar o Round Midnight e Nat King Cole, numa velha gravação, com Oscar Peterson no standard Sweet Lorraine. Vou dormir. Boa noite. 6月15日 Na caixa do emailNa internet é assim. Um acontecimento, cá ou lá fóra, dá lugar a que a notícia se espalhe velozmente. Há dias em que a mesma "história" me é transmitida várias vezes, em emails de proveniências diferentes ( a facilidade de não ter de digitar e de um mero forward servir como transmissor para um sem número de receptores ). Todos os que por aqui andamos conhecemos as vantagens e os inconvenientes do processo e lá vamos sobrevivendo afinando o filtro selectivo. Tudo a propósito do concerto a solo que o famosissimo violinista Joshua Bell (nasc. 1967), VIOLINISTA FAMOSO TOCA INCÓGNITO NUMA ESTAÇÃO DE METRO : Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metro de Washington, de manhã, em hora de ponta, despertando pouca ou nenhuma atenção. A provocatória iniciativa foi da responsabilidade do jornal "Washington Post", que pretendeu lançar um debate sobre arte, beleza e contextos. Três dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100 dólares, mas na estação de metro foi ostensivamente ignorado pela maioria. Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de 1713 - que vale 3,5 milhões de dólares. A excepção foram as crianças, que, inevitavelmente, e perante a oposição do pai ou da mãe, queriam parar para escutar Bell - algo que, diz o jornal, indicará que todos nascemos com poesia e esta é depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós. Bell, que é uma espécie de 'sex symbol' da clássica, vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou a "Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história". Executou ainda a "Ave Maria", de Schubert, e a "Estrellita", de Manuel Ponce - mas a indiferença foi quase total. Esse facto, aparentemente, não impressionou os utentes do metro. “Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam", disse Bell, habituado ao aplauso. "Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um telemóvel toca. Mas no metro as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou. O sucedido motiva o debate : foi este um caso de "pérolas a porcos" ? É a beleza um facto objectivo que se pode medir, ou apenas uma opinião ? Mark Ligthouse, director da National Gallery, não se surpreende : "A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo: "Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará". Para outros, como o escritor John Lane, a experiência indica a "perda da capacidade de se apreciar a beleza". O escritor disse ao "Washington Post" que isto não significa que "as pessoas não tenham a capacidade de compreender a beleza, mas sim que ela deixou de ser relevante" 6月9日 Uma canção para sábadoEva Cassidy canta o standard "Autumn Leaves", para meu e vosso prazer, num tranquilo sábado com sol... vamos ouvi-la. Filmes que nunca esquecerei (2)Le Bal - Ettore Scola (1983) Sobre Ettore Scola trancrevo o post publicado no blog Museu do Cinema: “O cinema não pode mudar o mundo nem a realidade, mas pode ajudar a refletir”. Discípulo de Vittorio De Sica, o cineasta italiano Ettore Scola nasceu em 1931 em Trevico na Itália. Começou sua carreira no cinema como roteirista e foi ator, produtor e assistente de direção. Filho de médico, estudou direito na faculdade em Roma, mas nunca teve a intenção de seguir a carreira. Em pouco tempo, sentiu o fascínio do jornalismo, trabalhando como diagramador de um jornal humorístico. Acabou indo para o rádio onde fazia scripts para comédias, alguns para um programa com Alberto Sordi, então extremamente popular. Em pouco tempo, Scola também já era um roteirista conceituado no cinema. Porém, ele demorou para optar pela direção. Com quase 40 filmes no currículo, Scola descende de um grupo politizado, socialista (no real sentido da palavra) e bem humorado que transformou o cinema italiano depois da II guerra mundial. Estreou com o filme Se Permettete Parliamo di Donne (1964), com Mônica Vitti e Vittorio Gassman, que viria a ser um ator constante em seus filmes, e, desde 2003 não produz nada. Sensível aos dramas familiares e aos temas políticos, seus filmes tem em comum essas temáticas, sempre retratadas com bom humor. Seu primeiro sucesso foi com o filme Ciúme à Italiana (1970), uma sátira a política de seu país. O reconhecimento internacional, no entanto, veio quatro anos mais tarde com Nós Que Nos Amávamos Tanto (1975), sobre o encontro de ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial. Um ano mais tarde, Scola ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes por Feios, Sujos e Malvados (1976), uma bem-humorada paródia da utopia urbanista do filme Milagre em Milão (1951), de Vittorio De Sica. Desenvolveu uma parceria das mais produtivas com o músico Armando Trovajoli, um constante colaborador de suas películas. Com Sophia Loren e Marcello Mastroianni em Um Dia Muito Especial (1977), foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em O Baile (1983), um filme sem narrativa nem diálogos, apenas com números de música e dança que contam histórias do século XX (guerras, amores e pragas) ele inovou na estética cinematográfica. Com Casanova e a Revolução (1982) ele foge da Itália para retratar a revolução francesa, depois veio o ótimo O Jantar (1998) e Concorrência Desleal (2001), o melhor filme do cineasta na minha opinião. Esses filmes fazem parte da mostra que começa hoje sobre esse genial diretor italiano. Infelizmente, com quase 40 filmes lançados, a obra de Scola não chegou ao Brasil na sua totalidade, por isso iremos nos concentrar nos filmes lançados em DVD, quatro ao todo e VHS, dois. Dono de uma caligrafia privilegiada na construção de diálogos, Ettore Scola busca transmitir em suas películas uma análise real da vida, algo comparável a Robert Altman, com um pouco menos de sarcasmo. Outra característica em suas obras é a visão infantil que costuma encerrar suas películas, um toque do gênio criativo." 6月4日 Filmes que nunca esquecerei (1)Annie Hall ( 1977 ) - Woody Allen Sinopse: O filme conta a história de "Alvy Singer", um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos. "Alvy" acaba por se apaixonar por "Annie Hall", uma cantora em início de carreira, e com uma cabeça um pouco complicada. Em pouco tempo estão morando juntos e não demora para se iniciar um período de crises conjugais.( in Wikipédia, em português do Brasil) Máximas de W.Allen: "To you I'm an atheist; to God, I'm the Loyal Opposition". " I took a speed reading course and read 'War and Peace' in twenty minutes. It involves Russia". " Interestingly, according to modern astronomers, space is finite. This is a very comforting thought-- particularly for people who can never remember where they have left things". |
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