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日志


10月15日

Dia Internacional da Paz

 

As datas devem ser comemoradas na altura certa mas a mensagem deste dia que simbolicamente se comemora a 21 de Setembro ultrapassa  o calendário. Enquanto houver guerras, enquanto houver opressão, enquanto se matarem ou encarcerarem, ou psicologicamente se destruirem pessoas em nome de causas que violam a dignidade do ser humano, a luta pela Paz continua e dela não nos podemos alhear.

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Aconselho a lerem a intervenção de Rui Namorado Rosa Presidente  do Conselho Português para a Paz e Cooperação,   um documento esclarecedor das grandes questões que se colocam à nossa civilização "global" e que é um apelo à consciencialização da causa da Paz e um incentivo à nossa participação.

 

Fotos do blog do CPPC (clicar nas fotos para aumentar)

 

Recordo a linda canção "Peace will come" de Melanie Safka cantora que faz ( não fez...) parte da minha geração.

 

Peace will come (according to plan)

There's a chance peace will come in your life please buy one
For sometimes when I am feeling as big as the land
With the velvet hill in the small of my back
And my hands are playing the sand
And my feet are swimming in all of the waters
All of the rivers are givers to the ocean
According to plan, according to man
Well sometimes when I am feeling so grand
And I become the world
And the world becomes a man
And my song becomes a part of the river
I cry out to keep me just the way I am
According to plan
According to man, according to plan
According to man, according to plan
For sometimes when we have reached the end
With the velvet hill in the small of my backs
And our hands are clutching the sand
Will our blood become a part of the river
All of the rivers are givers to the ocean
According to plan, according to man
There's a chance peace will com

10月10日

Sexta-feira à tarde

 

O dia está cinzento. Não ajuda. Mais para um café quente ou um chá. Estender no sofá. Ler ou folhear uma revista. Pode ser de fotografia que se pode ver como um album. Nela não reconhecemos ninguém. Não sabemos se estão mais  gordos ou se emagreceram ou se aquela tristeza no olhar é de sempre ou se foi o instante em que a objectiva disparou que guardou. Um dia de gato.

 

 

 

Common People

(Pulp)

She came from Greece she had a thirst for knowledge,
she studied sculpture at Saint Martin's College,
that's where I,
caught her eye.
She told me that her Dad was loaded,
I said "In that case I'll have a rum and coca-cola."
She said "Fine."
and in thirty seconds time she said,
"I want to live like common people,
I want to do whatever common people do,
I want to sleep with common people,
I want to sleep with common people,
like you."
Well what else could I do -
I said "I'll see what I can do."
I took her to a supermarket,
I don't know why but I had to start it somewhere,
so it started there.
I said pretend you've got no money,
she just laughed and said,
"Oh you're so funny."
I said "yeah?
Well I can't see anyone else smiling in here.
Are you sure you want to live like common people,
you want to see whatever common people see,
you want to sleep with common people,
you want to sleep with common people,
like me."
But she didn't understand,
she just smiled and held my hand.
Rent a flat above a shop,
cut your hair and get a job.
Smoke some fags and play some pool,
pretend you never went to school.
But still you'll never get it right,
cos when you're laid in bed at night,
watching roaches climb the wall,
if you call your Dad he could stop it all.
You'll never live like common people,
you'll never do what common people do,
you'll never fail like common people,
you'll never watch your life slide out of view,
and dance and drink and screw,
because there's nothing else to do.
Sing along with the common people,
sing along and it might just get you through,
laugh along with the common people,
laugh along even though they're laughing at you,
and the stupid things that you do.
Because you think that poor is cool.
I want to live with common people,
I want to live with common people etc...

 

 

 

 

10月5日

Dia da República

 

Nascida numa família repartida entre monárquicos e republicanos ouvindo histórias de uns e de outros sobre a implantação da República. A minha avó Ester nascida em 1900 tinha 10 anos em 1910 e recordava-se muito bem com pormenores que iam do romanesco ao aventureiro do dia em que, da janela dos Paços do Concelho, proclamaram a República. A meu pedido contou-me repetidas vezes esse episódio. Via na minha avó uma espécie de "extraterreste" que tivesse descido à terra e me relatasse esses  feitos como se viajasse na numa máquina do tempo que, do passado a transportasse ao presente. Recordo-me do meu bisavô materno (pai da avó Ester) homem de aventuras várias (um boémio)  o qual, rezam as histórias e comprovam as fotos, "se vestia como um dandy", ter ficado louco de alegria, arrastando com ele os quatro filhos e a minha bisavó Elisa para assistir à proclamação. Homem de excessos engalanou as janelas da casa de forma extravagante, gastando muito dinheiro nos enfeites. Não eram passados muitos dias quando o povo  invadiu lojas (sobretudo mercearias) levando com eles , em grandes sacos e gavetas, tudo o que podiam espalhando pela rua farinha, açucar e outros bens alimentares que deles transbordavam. O meu avô vendo aquele quadro que "não entendia" sentou-se no sofá e com as mãos na cabeça lamentava o dinheiro gasto nos enfeites. Cena semelhante às que fazia quando perdia ao jogo ou quando o investimento em algum negócio corria mal. A mulher, minha bisavó Elisa, professora primária e mulher instruída para a época, tudo ouvia em silêncio. A ela associo a imagem resignada que o silêncio marcava o sofrimento. Não há 5 de Outubro que não me recorde as histórias da avó Ester.

 
10月4日

Vincent

 

Com ilustrações de quadros de Vincent van Gogh Don McLean cantou , em 1972, esta bela canção. Aqui fica para descansarem os olhos e os ouvidos...

 

O tempo passa... Don McLean na actualidade. Para mim continua a fazer-me sonhar . Os tais castelos no ar.

 
10月3日

Quiz... a heroína de Jane Austen com quem me identifico...

 

Clara! Não te perdou-o . Já fiz o teste da personalidade em que fui o "Ruca" e agora o da heroína de Jane Austen. No fundo , lá bem no fundo, todos têm, e eu também, curiosidade em saber. Aqui vai.

 

I am Fanny Price!

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